segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Diletto mira na internacionalização



Em pleno momento de expansão no Brasil e com apenas três anos de vida, a marca de picolés e sorvetes premium Diletto já se propõe uma meta ousada: a internacionalização. O desafio da empresa, que não investe em mídias tradicionais e foca no boca a boca como estratégia principal de Marketing, se deve aos resultados que têm alcançado: em 2012 o faturamento deve chegar a R$ 50 milhões, o que representa um incremento de 100% das vendas em relação a 2011.

Entre os prováveis locais em que os picolés brasileiros podem chegar estão Estados Unidos e países da Ásia, Europa e Oceania. Com pouco benchmarking fica mais difícil traçar uma estratégia. A Häagen-Dazs é case que serve como base”, explica Leandro Scabin, sócio-fundador da Diletto.
Quando abriu as portas, a empresa se limitava ao próprio Leandro, sua esposa e mais um funcionário. A fabricação dos picolés era terceirizada devido à pouca infraestrutura.Hoje, com fábrica própria, o crescimento da marca faz com que uma pessoa seja empregada a cada três dias, passando para um quadro que chega a pouco mais de 200 funcionários.

O branding certo na hora certa
O projeto de internacionalização da Diletto é visto como meta de longo prazo, a ser colocada em prática nos próximos cinco anos, no máximo. Antes, porém, a marca deseja cumprir o planejamento de curto e médio prazo a que se propôs. O primeiro ponto é consolidar os potes de sorvete de 500 ml, lançados recentemente. Posteriormente, a estratégia é alçar mais força no varejo.

O processo de importação virá apenas com a concretização dos primeiros objetivos e com branding definido. Assim como a própria criação da Diletto, que focou em um público específico, com picolés premium em um mercado pouco explorado no Brasil, a internacionalização só será feia com pés no chão.
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário